Home » Música

Músicas brasileiras inesquecíveis

"Bate forte o tambor?", "Morango do Nordeste?", "Papo de Jacaré"? Parece que nunca mais esqueceremos essas pérolas musicais!

Michel TelóA definição do adjetivo Inesquecível, segundo o dicionário, é: “Aquilo que não se pode ou não se consegue esquecer”.
Essa definição é perfeita para as músicas desse post, pois, quaisquer que sejam os traumas, vitórias ou evoluções espirituais que alcançarmos durante nossa jornada terrena, essas canções sempre estarão lá, ecoando nas mentes inocentes que um dia as absorveram.

Morango do Nordeste – Laírton dos Teclados

Lairton (cãozinho) dos teclados“Tava tão tristonho quando ela apareceu......” Essa canção ganhou grande repercussão nacional após aparecer no programa Domingo Legal, apresentado por Gugu Liberato. Uma dupla de compositores nordestinos foi ao programa alegando serem criadores (nunca recompensados) da música, primeira de nossa lista. Enquanto os músicos reclamavam, a dita música se repetia insistentemente ao fundo da matéria, com sua gravação feita por Laírton dos Teclados, em 1993. Foi o suficiente para milhões de pedidos nas rádios, que culminaram no estouro nacional da emocionante declaração de amor eterno, proferida pelo romântico plantador de mandiocas.

Tic, Tic, Tac – Grupo Carrapicho

Banda Carrapicho“Bate forte o tambor!! Eu quero é tic, tic, tic, tic, tac!” Mais um serviço prestado pelo programa Domingo Legal, a música reverbera em todas as mentes que passaram pela década de 90. Assim como Morango do Nordeste, a canção já é um tipo de patrimônio do subconsciente nacional. O poder de indexação mental da música é um dos motivos do nome do grupo ser Carrapicho (aquela plantinha que gruda nas roupas e no cadarço do tênis, sendo quase impossível soltá-la).

Papo de Jacaré – P.O Box

PO BoxHit radiofônico dos anos 90, é considerado até hoje um dos maiores presentes que já nos foi dado pelo produtor Arnaldo Saccomani (aquele, do Ídolos). Contava a bonita história do rapaz que, viajando na onda de uma certa professora de inglês adicta de vinhos internacionais, apostava na própria tolerância como arma para “fundir a cuca” da vítima, que sempre se desfazia da ignorância do mesmo. Foi, provavelmente, motivo para o começo (e, talvez, para o fim) de muitos relacionamentos amorosos que brotavam nas rodas de amigos da época.
Se, após ler esse artigo, essas músicas não saírem da sua cabeça, parabéns. Você já pode se considerar um ser humano como todos os outros, que “eram felizes e não sabiam”.

Tags: , ,
Publicado por Amoedo
Revisado em 14/07/2011

Compartilhar